1- Plotar dois vetores t e x:
plot(t,x,’-b’), xlabel(’t (s)’), ylabel(’x (m)’)
Exemplo:
Código no Spyder:
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1- Plotar dois vetores t e x:
plot(t,x,’-b’), xlabel(’t (s)’), ylabel(’x (m)’)
Exemplo:
Código no Spyder:
O Diagrama de Hertzsprung-Russell (HR) é uma ferramenta da astronomia que relaciona a luminosidade e a temperatura superficial das estrelas. Essas informações ajudam a compreender a natureza e a evolução desses corpos celestes.
O diagrama HR foi desenvolvido independentemente pelo astrônomo Ejnar Hertzsprung e pelo astrônomo Henry Norris Russell no início do século XX. Hertzsprung observou que estrelas de mesma cor podiam ser divididas em gigantes, que são estrelas luminosas, e anãs, que são estrelas de baixa luminosidade. Russell expandiu esse estudo, incluindo estrelas com diferentes temperaturas no diagrama, que hoje leva o nome de ambos os cientistas.
| Diagrama de Hertzsprung Russell (FILHO,2014). |
Ao observar um diagrama HR, existem diferentes regiões onde as estrelas se concentram. A sequência principal é a faixa diagonal que abriga a maioria das estrelas. Ela se estende desde estrelas quentes e muito luminosas no canto superior esquerdo até estrelas frias e pouco luminosas no canto inferior direito. A posição de uma estrela nessa sequência principal está diretamente relacionada à sua massa: estrelas mais massivas tendem a ser mais quentes e luminosas.
Além da sequência principal, há outras regiões notáveis no diagrama HR. As estrelas Gigantes são frias e luminosas, enquanto as Anãs Brancas são estrelas quentes e pouco luminosas. No topo do diagrama, estão as Supergigantes, estrelas extremamente luminosas. Essas diferentes regiões representam estágios evolutivos distintos das estrelas ao longo de suas vidas.
Ou seja, o Diagrama de Hertzsprung-Russell é uma representação gráfica que relaciona a luminosidade e a temperatura das estrelas. Ele fornece informações valiosas sobre a evolução estelar, ajudando a entender a diversidade e as características individuais desses corpos celestes.
Fontes:
-FILHO,K; SARAIVA,M. Astronomia e Astrofísica. Porto Alegre: Departamento de Astronomia - Instituto de F´ısica Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2014.
O principal elemento de liga do aço é o carbono e sua presença é responsável por uma série de propriedades físicas que podem ser obtidas. Como visto no post anterior, o ferro puro derrete à 1539°C e durante seu aquecimento passa por transformações em sua fase sólida, respectivamente: ferrita alpha, austenita gamma e ferriga delta. Desta vez será abordado o diagrama da liga binária ferro-carbono:
| Diagrama Ferro-Carbono ou Ferro-Cementita (Fe-Fe3C) (THELNING, 2000). |
1 - A solubilidade de carbono na fase de ferrita é baixa, em torno de 0.022% à 723°C.
2 - 0.77% de carbono corresponde ao ponto eutetoide. No ponto eutetoide à aproximadamente 723°C a austenita se transforma simultaneamente em ferrita e cementita. Os aços com 0.77% de carbono são chamados eutetoides, com mais hipereutetoides e com menos hipoeutetoides.
| Aspecto micrográfico de um aço hipoeutetoide esfriado lentamente. As áreas brancas são compostas por ferrita e as escuras por perlina. Ampliação original: 200 vezes. (CHIAVERINI, 1987). |
| Aspecto micrográfico de um aço hipereutetoide esfriado lentamente. A cementita é disposta em torno dos grãos de perlita. Ampliação original: 200 vezes. (CHIAVERINI, 1987). |
| Propriedades do aço por porcentagem de carbono (CHIAVERINI, 1987). |
| Diagrama Ferro-Carbono ou Ferro-Cementita (Fe-Fe3C) (THELNING, 2000). |
Ao aquecer o ferro puro da temperatura ambiente à temperatura de fusão ele passa por várias transformações cristalinas e exibe duas modificações alotrópicas diferentes. Se essa amostra de ferro puro for aquecida a uma taxa constante, durante a transformação cristalina, a temperatura se mantém constante até a transformação esteja completa.
Os átomos dos metais são dispostos em um padrão tridimensional chamado estrutura cristalina. As duas estruturas cristalinas do ferro são chamada de ferrita e austenita, suas faixas de estabilidade e temperaturas de transformação são mostradas a seguir:
| Curva de aquecimento e resfriamento para ferro puro (THELNING, 2000). |
| Estrutura Cristalina Ferrita (THELNING, 2000). |
| Estrutura Cristalina Austenita (THELNING, 2000). |
A têmpera é um processo importante na fabricação de facas e espadas. A têmpera consiste no aquecimento e resfriamento rápido do metal para que este obtenha uma estrutura cristalina específica, neste caso a estrutura da martensita que proporciona maior dureza à lâmina. O processo de têmpera varia em temperatura de acordo com a composição do aço e os objetivos desejados, levando em consideração diversos fatores. Neste post será abordado como esse processo é feito durante a fabricação de espadas japonesas, mais detalhes sobre a têmpera e tratamentos térmicos serão abordados em posts futuros.
Após o forjamento e a espada já possuindo seu formato inicial. O próximo passo é fazer o hamon, um padrão definido de aço endurecido ao londo da superficie de corte da lâmina. Isso envolve cobrir a espada em dois tipos de argila antes do aquecimento para a têmpera. Esse processo, chamado de "tsucioki", uma camada isolante de argila é aplicada no corpo da espada, exceto onde a borda deve ser endurecida (KAPP, 2012).
| Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
| Argila escura para resfriamento rápido durante tratamento térmico de têmpera. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
| Argila vermelha para resfriamento mais lento durante a têmpera. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
| Aquecimento da espada na forja. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
| Mergulhando a espada em um tanque de água gelada. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
A espada Japonesa é uma obra de arte única em aço. Sua funcionalidade como arma é notável, assim como a metalurgia e o pensamento científico utilizado pelo ferreiro de espadas (swordsmith).
| Esta pintura de Yoshihiko Sasama retrata um samurai com armadura do período Nanbokucho (século XIV) empunhando uma espada muito longa. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
| Padrão do Hamon. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
O processo de construção de uma espada japonesa de alta qualidade é resultado de uma estrutura de material compósito, ou quase, já que contém três tipos de aço:
- Núcleo feito de aço macio (shigane);
- A parte externa feita de aço de alto carbono (0,6 a 0,7%) (kawagane);
- A lâmina com estrutura martensítica após tratamento térmico do aço (hamon).
| Tipos de aço. Fonte: The Art of the Japanese Sword (KAPP, 2012). |
Como trazer a água para uma área mais elevada sem o uso de eletricidade? Com baldes? Na antiguidade os Gregos já tinham uma solução melhor, o parafuso de Arquimedes!
Ainda hoje é utilizado, por exemplo, em plantas de tratamento de esgoto/aguas residuais:
| Fonte: wasser-leipzig.de |
| Visão em perfil de um segmento do parafuso de Arquimedes de duas pás. Fonte: Chris Rorres, 2000. |
Fontes:
Para esta simulação foi aplicada uma força de 245N distribuida uniformemente na parte superior da cantoneira. Programa utilizado: Solidworks 2018.
Dimensões da cantoneira:
| Além destas dimensões temos uma largura de 25mm. |
| Observação: Sim, a fixação poderia ser feita de forma mais refinada, mas para o objetivo em questão esta fixação é boa o suficiente. |
1- Plotar dois vetores t e x: plot(t,x,’-b’), xlabel(’t (s)’), ylabel(’x (m)’) Exemplo: Código no Spyder: Resultado: Podemos mudar os simb...